quarta-feira, 2 de abril de 2014

Conheça os 7 benefícios da Maca Peruana



                                      Conheça os 7 benefícios da Maca Peruana


1 - Rica em ferro, ótima para prevenir anemias.

2 - Rica em cálcio, auxilia na prevenção da osteoporose.

3 - Promete aumentar apetite sexual – Estudos científicos relacionam a combinação de vitaminas do complexo B, zinco e vitamina E com a formação dos hormônios sexuais do organismo, melhorando problemas de falta de libido e de infertilidade.

4 - Ajuda a reduzir os sintomas desagradáveis da menopausa – A combinação de vitaminas do complexo B, zinco e vitamina E auxilia a formação dos hormônios sexuais, aliviando as ondas de calor.

5 - Auxilia dietas de emagrecimento – Por ser rica em fibras, aumenta a saciedade.

6 - Previne o diabetes: por ser rica em fibras, evita a liberação de grandes quantidades de insulina de uma só vez, o que poderia levar à resistência celular à substância, favorecendo o diabetes.

7 - Diminui cansaço – É rica em carboidratos complexos, principal nutrientes responsável pelo fornecimento de energia aos organismo, além de ser fonte de vitaminas do complexo B, que participam das reações relacionadas à produção de energia do organismo.

Entre em contato pelo telefone (11) 3213-3032 ou acesse o site http://agorasaude.com.br/energia-vitalidade/maca-peruana-em-capsulas.phtmlhttp://agorasaude.com.br/energia-vitalidade/maca-peruana-em-capsulas.phtml
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segunda-feira, 31 de março de 2014

Goji Berry tem 50 vezes mais Vitamina C do que a Laranja


Confira os benefícios que essa fruta pode trazer a sua saúde.

O Goji Berry, fruta originária do sul da Ásia, é considerado um superalimento por seus nutrientes e também por suas propriedades benéficas à saúde.
Além de boa fonte de proteína, vitaminas, minerais, boas gorduras e antioxidantes a fruta é pouco calórica, uma colher de sopa tem aproximadamente 50 calorias.
Um estudo publicado pelo American Journal of Clinical Nutrition destacou o alto teor de vitamina C do Goji, a cada 100 gramas da fruta seca contém 2.500 miligramas da vitamina C, quantidade 50 vezes maior que a de uma laranja.
A vitamina C tem efeito antioxidante, nos protegendo dos danos causados pelos radicais livres: envelhecimento precoce e doenças degenerativas como câncer, doenças cardiovasculares e Alzheimer. Além de fortalecer o sistema imunológico. Outros antioxidantes encontrados na fruta são os Carotenoides.
O Goji tem potencial antioxidante maior que a amora, a romã e a framboesa. Além disso, também possui grande quantidade das vitaminas B1, B2 e B6, nutrientes relacionados ao aumento da disposição e melhor qualidade do sono. Ajudando a reduzir a fadiga e o estresse.
A fruta é pouco calórica, uma colher de sopa tem aproximadamente 50 calorias.
Pode ainda ajudar no emagrecimento já que 21% do peso do goji é fibra o que ajuda na saciedade. É uma fruta que tem baixo índice glicêmico, menor do que outras frutas, e por isso não aumenta significativamente a produção e liberação de insulina o que ajuda a diminuir a compulsão por açúcar.

Fonte: Flávia Morais                                                                                              
Nutricionista da rede Mundo Verde


As frutas podem ser encontradas desidratadas, ou através de cápsulas concentradas. A recomendação de consumo é de 20 gramas, aproximadamente 30 unidades ao dia ou duas cápsulas ao dia.
Ela pode ser consumida pura, adicionada a saladas de frutas e granola, no iogurte ou batida em sucos ou vitaminas.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar




A falta de planejamento e a expectativa de cumprir metas impossíveis podem acabar com os planos de uma pessoa começar uma vida mais saudável. Felizmente, há formas de evitar que a mudança vá por água abaixo
O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. 

A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.
Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade — e voltem para o sofá. Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Avalie o seu físico

Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física. "Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados", diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

Estabeleça metas realistas

Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. "Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso", diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). "Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado." Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo. A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. "Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique", diz Renato Dutra. "Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida."

Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. "Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra. 

Persista nos novos hábitos

É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. "Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

Fontes: Renato Dutra, educador físico e diretor técnico da Run&Fun Assessoria Esportiva; Clínica Mayo; Turíbio Leite de Barros, fisiologista do esporte e coordenador do Instituto Vita.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Proteína Isolada do Arroz PhytoAble



Proteína de Arroz & Hipercolesterolêmica.

O aumento dos níveis de colesterol (também conhecido como hipercolesterolêmica) é reconhecido como o principal fator de risco para doenças cardiovasculares!!! Assim, manter níveis adequados de colesterol é super importante para a manutenção da saúde – e a melhor alternativa para isso é nutrição adequada associada ao exercício físico!!
Já sabemos que muitos alimentos podem auxiliar a manter níveis ótimos de colesterol, como por exemplo, aveia, oleaginosas e alho.
Agora, a novidade é por conta da proteína de arroz!!! Um estudo com animais, recentemente publicado por pesquisadores coreanos, observou que a inclusão de proteína de arroz a uma dieta com alto teor de colesterol foi capaz de reduzir os níveis de colesterol total, aumentando a excreção fecal de colesterol. Leia mais em Prev. Nutr. Food Sci. 2013;18(3):210-213.
Mas atenção – é importante considerar que esses resultados são preliminares e mais estudos são necessários para elucidar os mecanismos de ação e as doses de consumo adequadas. Já sabemos que a proteína de arroz é uma ótima opção para ingestão protéica e também pode contribuir com o aumento de massa muscular – mas sempre devemos lembrar que seu consumo deve estar associado a uma dieta completa. Por isso, o papel do nutricionista funcional é essencial para incluir mais esse super alimento na sua dieta!

Fonte VP. Consultoria

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Guia de corrida para iniciantes
Correr proporciona muitos benefícios à saúde, mas é preciso responsabilidade para ingressar no esporte sem correr o risco de sofrer lesões
São inúmeros os motivos para adotar a corrida no dia a dia. A prática ajuda a manter o peso, cuidar da saúde do coração, melhorar o condicionamento físico e aumentar a longevidade. Comparado com outros esportes, a corrida tem a vantagem de poder ser praticada em qualquer lugar e de requerer apenas um acessório: um par de tênis. 
"A corrida melhora o sistema cardiovascular como um todo, reduz o colesterol e controla a pressão arterial, evitando uma série de doenças", diz Turíbio Leite de Barros, fisiologista do esporte da Unifesp e coordenador do Instituto Vita. "Além disso, a atividade contribui para diminuir a gordura e aumentar a massa magra, o que é sinônimo de melhor saúde."
Apesar de todos os benefícios e facilidades, é preciso ter cautela antes de começar a correr, já que se trata de um esporte de alta intensidade e impacto para as pernas. Nem todos estão autorizados a aderir a esse exercício – pessoas com algumas doenças cardíacas e problemas ortopédicos colocam a saúde em risco se praticarem corrida.
O ingresso na modalidade deve ser precedido de uma fase de preparação para diminuir o risco de lesões e melhorar o desempenho na atividade física. Essa fase pode incluir semanas de treinos de caminhada ou de trabalho de fortalecimento muscular. Sedentários, obesos e idosos estão entre os que devem fazer treinos preparatórios.
Uma visita ao médico e o auxílio de um profissional da educação física são essenciais para minimizar o risco de lesões e outras complicações de saúde. Também é preciso ter em mente que cada iniciante tem um ponto de partida e deve respeitar os limites do corpo para que uma atividade tão benéfica e prazerosa não se transforme em uma ameaça ao organismo.
Novatos na corrida
Existem regras básicas que valem para todos os iniciantes na corrida – independentemente de idade, condicionamento físico e histórico de saúde. A primeira delas: embora a corrida seja um esporte prático que não exige equipamentos, é preciso ter um bom tênis. Não precisa ser o modelo mais caro ou mais novo da loja – basta que ele tenha bom amortecimento e seja confortável. Além disso, é indicado que pessoas que praticam corrida sigam uma planilha para controlar a evolução dos treinos. "O ideal é ter uma planilha feita por um professor. Mas, se não for possível, seguir treinos prontos publicados em revistas, por exemplo, é sempre melhor do que não seguir nenhum", diz o educador físico Renato Dutra. Conhecer o seu próprio condicionamento físico é essencial para saber o ponto de partida da corrida – se mais moderado ou intenso. Por fim, alimentação e hidratação são essenciais antes, durante e depois da prática. "O ideal é beber 200 mililitros de água ou isotônico a cada 15 minutos de corrida", diz o nutrólogo Celso Cukier.
Sedentários com sobrepeso ou obesidade
A corrida é um esporte de impacto para as pernas. A sobrecarga no joelho e o risco de lesão são maiores para praticantes despreparados que têm sobrepeso ou obesidade. Isso não quer dizer que quem está fora de forma nunca poderá correr. O ideal é que, antes de dar os primeiros trotes, essas pessoas percam peso e pratiquem algum exercício que não cause impacto no joelho. "Elas não devem começar caminhando. O mais seguro é iniciar com treinos de bicicleta de 30 a 60 minutos, entre três e quatro vezes por semana, durante um a dois meses", diz o educador físico Renato Dutra. Após esse período, o praticante pode passar a fazer caminhadas com a mesma frequência. Somente depois dessa adaptação é indicado inserir a corrida nos treinos, mas sempre com a orientação de um profissional.

Sedentários e magros

 Pessoas sedentárias precisam fazer uma preparação antes de começar a correr, já que a corrida é uma atividade que exige força na musculatura da perna e condicionamento cardiorrespiratório. Como o iniciante magro não corre o risco de sobrecarregar o joelho com o excesso de peso, ele já pode começar com treinos com caminhadas. O ideal é caminhar entre 30 e 50 minutos, de três a cinco vezes por semana, durante quatro a seis semanas. "Depois dessa fase, ele pode fazer treinos intercalando 1 ou 2 minutos de corrida leve com 4 ou 5 minutos de caminhada rápida, totalizando entre 30 e 40 minutos cada treino", diz o educador físico Renato Dutra.
Praticantes de atividades físicas diferentes da corrida 

Um dos tipos mais perigosos de iniciantes é o de praticantes de exercícios sem impacto, como a natação ou bicicleta. Eles têm condicionamento cardiorrespiratório suficiente para aguentar longos treinos, mas um aparelho locomotor despreparado para atividades de impacto. Consequentemente, esses indivíduos tendem a correr muito porque têm fôlego, o que os expõe a um risco maior de lesão. É preciso fazer uma transição antes de começar a correr. "Se não houver histórico de lesão, essas pessoas já podem começar com uma ou duas sessões semanais de treinos que intercalam 1 a 3 minutos de corrida com 2 a 4 minutos de caminhada. O tempo total desse treino deve ser de 30 a 40 minutos", diz Renato Dutra. Depois daí, a evolução do treino dependerá do desempenho de cada aluno.
Grávidas

A possibilidade de mulheres praticarem corrida durante a gravidez varia de acordo com as condições da gestação e do condicionamento físico de cada uma. "Grávidas que tiveram sangramento vaginal no início da gestação, que apresentam alguma área de descolamento da placenta ou que têm outra contraindicação para atividade física precisam de repouso", diz Mário Martinez, chefe da equipe de ginecologia e obstetrícia do Hospital São Luiz, em São Paulo. Segundo Martinez, gestantes que não apresentam problemas como esses podem, de maneira geral, praticar exercícios, inclusive a corrida. "Mas é preciso ter bom senso. Uma coisa são as grávidas que estão acostumadas a praticar esportes. Já as que sempre foram sedentárias não devem começar correr na gravidez", diz. O ideal é que as gestantes consultem um cardiologista ou um obstetra para saber se estão autorizadas a correr.
Idosos

Um dos tipos mais perigosos de iniciantes é o de praticantes de exercícios sem impacto, como a natação ou bicicleta. Eles têm condicionamento cardiorrespiratório suficiente para aguentar longos treinos, mas um aparelho locomotor despreparado para atividades de impacto. Consequentemente, esses indivíduos tendem a correr muito porque têm fôlego, o que os expõe a um risco maior de lesão. É preciso fazer uma transição antes de começar a correr. "Se não houver histórico de lesão, essas pessoas já podem começar com uma ou duas sessões semanais de treinos que intercalam 1 a 3 minutos de corrida com 2 a 4 minutos de caminhada. O tempo total desse treino deve ser de 30 a 40 minutos", diz Renato Dutra. Depois daí, a evolução do treino dependerá do desempenho de cada aluno.

Fontes: Mário Martinez, chefe da equipe de ginecologia e obstetrícia do Hospital São Luiz; Renato Dutra, professor de corrida e diretor da Run&Fun assessoria esportiva; Renato Nascimento, personal trainer; Turíbio Leite de Barros, fisiologista do esporte da Unifesp e coordenador do Instituto Vita; Wanderlei Oliveira, técnico de atletismo

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Exagerou na Ceia? Conheça alimentos que desincham.


A retenção de líquido pelo corpo pode ser consequência de problemas como alergias, doenças renais e moléstias cardiovasculares. Mas ela também é resultado de um motivo mais simples: a má alimentação, especialmente o consumo excessivo de sódio e álcool — frequente nas festas de fim de ano.
Ao ser ingerido, o sódio se deposita em diversas partes do organismo e suga a água, que vai parar nos vasos sanguíneos localizados logo abaixo da pele, resultando no inchaço e no aumento da pressão arterial. Segundo Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein, o sódio pode demorar até três dias para ser eliminado do corpo. Enquanto está no organismo, cada grama é capaz de reter 200 mililitros de água. "É muita coisa", diz o médico. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de, no máximo, 2 gramas de sódio por dia, o equivalente a 5 gramas de sal (40% do sal de cozinha é composto por sódio). Mas, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o brasileiro consome, em média, 12 gramas de sal por dia, ou 4,8 gramas de sódio, o dobro do recomendado pela OMS. "Pensando em celebrações como o Natal, em que comemos em grande quantidade de embutidos e enlatados, a ingestão de sal pode chegar a 20 gramas em um dia. Essa quantidade é capaz de reter de 1 a 2 litros de água no corpo", diz Cukier.

Eliminar esse líquido não é o mesmo que emagrecer. "Perder água, músculo ou osso diminui o peso do corpo, mas não significa emagrecimento. Emagrecer é perder gordura. Mesmo assim, certamente diminuir o inchaço faz com que uma pessoa se sinta melhor", diz Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Tudo que estimula o trabalho dos rins contribui para reduzir a retenção de líquido. É o caso de água, chás, vegetais e alimentos diuréticos. Praticar atividade física também ajuda. "Exercitar-se é a melhor maneira de aumentar o fluxo nas veias e vasos linfáticos, propiciando a eliminação do excesso de liquido", diz Giacaglia. 
Conheça alimentos que combatem o inchaço.

Abacaxi
Tanto a casca quanto a polpa do abacaxi são ricas em uma substância chamada bromelina, que tem ação diurética. O alimento, portanto, ajuda o rim a trabalhar e a expulsar do organismo sódio, glicose e líquido retido. "Uma pessoa que deseja diminuir o inchaço pode tanto comer a polpa da fruta quanto fazer um chá com a sua casca", diz o nutrólogo Celso Cukier.
Água
O excesso de sódio no organismo aumenta a quantidade de líquido retido nos vasos sanguíneos, o que dá o aspecto de inchaço. Tanto o sódio como o líquido acumulado são expelidos pelos rins, mas o sódio demora até três dias para ser eliminado do organismo. Por isso, tudo o que ajuda os rins a trabalhar de forma mais intensa é importante para reduzir o inchaço. "A água e outros líquidos que não contenham sódio não só estimulam o trabalho dos rins, mas também diluem o sódio, reduzindo a retenção de líquido", explica Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein.
Melancia e Melão
Essas frutas não têm ação diurética como o abacaxi, mas, por serem abundantes em água, ajudam a hidratar o corpo e a diminuir o inchaço. "Como o sódio retém o líquido que já está no corpo, é preciso reidratar o organismo", diz o nutrólogo Celso Cukier. "Além disso, aumentando a hidratação, você ajuda a diluir o sódio e a fazer com que o rim o elimine do corpo."
Vegetais
Verduras, legumes e frutas contêm potássio e magnésio, nutrientes capazes de contrabalancear o efeito do sódio no organismo, explica Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Além disso, os vegetais são ricos em fibras e em água, dois compostos que ajudam a diminuir a retenção de líquido. "O ideal é consumir esses alimentos crus, pois se forem refogados terão a adição de alguma gordura, o que dificulta a digestão", diz o nutrólogo Celso Cukier.
 Ervas
As ervas, como alecrim e manjericão, podem ajudar a reduzir a retenção de líquido por dois motivos. O primeiro é pelo fato de possuírem compostos chamados fenólicos, que ajudam a atenuar o aspecto de inchaço. Além disso, as ervas podem substituir o sal no tempero dos pratos, reduzindo a ingestão de sódio e, consequentemente, o risco de acúmulo de líquido no corpo.
Chá
O chá, assim como a água, ajuda a reidratar o corpo quando há retenção de líquido, além de estimular o rim a trabalhar de forma mais eficiente para expulsar o sódio do corpo. Alguns chás, como o preto, têm mais efeito diurético por conter cafeína. "Além disso, as ervas aromáticas são ricas em fenólicos, compostos que reduzem o acúmulo de líquido", explica o endocrinologista Luciano Giacaglia.

Fontes: Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein; Henrique Suplicy, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM) e Metabologia e da Universidade Federal do Paraná; Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O uso de L-Glutamine na regulação intestinal durante a prática do exercício físico.

A prática do exercício físico de alta intensidade apresentam inúmeros benefícios à saúde, mas também são agentes estressores que lesionam estruturas do nosso organismo. Estudos demonstram que a prática rotineira do exercício físico pode gerar danos que alteram a permeabilidade do intestino (leaky gut). Assim, tem-se a ruptura da barreira intestinal de proteção e antígenos, parasitas e macromoléculas podem transpô-los naturalmente iniciando uma cascada inflamatória que desencadeia alterações locais e/ou sistêmicas. Assim, diarreia, obstinação, cólicas intestinais e inflamações sistêmicas musculares e articulares podem estar relacionadas não só com a lesão nesses tecidos, mas também com os gatilhos inflamatórios gerados pelo intestino. Por isso, uma das orientações da Nutrição Esportiva Funcional é que se tenha atenção na modulação intestinal de pacientes que se exercitam regularmente. Essa modulação pode ser realizada com a utilização de aveia, biomassa de banana verde, frutas e verduras em geral, mas também com suplementos como probióticos e glutamina.
Um estudo publicado no último dia 27 de novembro de 2013 no J. Appl Physiol demonstrou que 60 minutos de corrida a 70% do VO2 max (consumo máximo de oxigênio) gera importante alteração na permeabilidade intestinal que pode ser prevenida com a suplementação de glutamina oral durante 7 dias antes da realização do exercício. Sendo o intestino o maior consumidor de glutamina, fica evidente com esse estudo, que o uso da glutamina na prática esportiva é importante para prevenção e correção dos danos intestinais ocasionados pelo exercício o que garantirá uma melhor absorção de nutrientes de alimentos e outros suplementos. Procure sempre um nutricionista funcional para um plano alimentar adequado e individualizado, principalmente se trata de suplementação esportiva.

Fonte: VP Consultoria.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Oito regras para ganhar massa muscula


Algumas medidas ajudam a aumentar os músculos, entre elas seguir uma alimentação adequada e exercitar-se no mínimo três vezes por semana.
Os benefícios do ganho de massa muscular vão muito além da estética. O tecido da chamada massa magra apresenta uma atividade metabólica mais acelerada do que a do tecido gorduroso. Portanto, quanto maior o aumento da massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo, o que impacta positivamente todas as funções fisiológicas do organismo: do sono à eliminação de gordura corporal e controle do colesterol.
Porém, engana-se quem pensa que a gordura é capaz de se transformar em músculo e vice-versa. Ou seja: emagrecer não implica necessariamente ganho de músculos. “São dois processos diferentes, e os estímulos que levam a cada resultado são distintos”, explica o fisiologista da Unifesp Turíbio Leite de Barros. “Queimar calorias exige um aumento do metabolismo de todo o corpo, que usa o seu combustível para remover a gordura estocada. E isso acontece com os exercícios aeróbicos.”
O processo do corpo que leva ao aumento da massa muscular, por outro lado, acontece dentro das células do músculo. Quando uma pessoa realiza um exercício de força em um determinado grupo muscular, ela ativa enzimas presentes dentro dessas células que são responsáveis pela síntese de proteína. “Com as enzimas trabalhando em ritmo mais acelerado, aumenta-se a velocidade da síntese de proteínas. E essas proteínas são o que chamamos depois de massa muscular”, diz Barros.
Bom para todos — Segundo o médico, todas as pessoas têm condições de aumentar a massa muscular, mas não na mesma intensidade. “Existem diferenças genéticas que aumentam ou diminuem a propensão a ganhar músculos. A genética de cada um leva a resultados diferentes, mesmo que dois indivíduos sigam o mesmo programa de atividades”, diz. Uma maior ou menor propensão a engordar, no entanto, não interfere na capacidade de uma pessoa aumentar sua massa muscular. “Há pessoas com facilidade para emagrecer que, no entanto, têm dificuldades em aumentar os músculos, por exemplo”, explica Barros.
Para especialistas, uma pessoa que segue as recomendações para ganho de massa muscular apresenta resultados visíveis após, em média, oito a dez semanas. No entanto, alcançar os objetivos não significa que uma pessoa possa deixar de praticar exercícios físicos sem perder o que foi conquistado. “É difícil determinar quando uma pessoa começa a perder massa muscular depois de deixar de se exercitar, mas é muito rápido. Os músculos não se mantêm como estão espontaneamente.”

Faça algum tipo musculação

Fazer musculação não significa necessariamente levantar peso em máquinas de academia. "Musculação é um termo genérico que significa qualquer atividade que promova um estímulo localizado em determinados grupos musculares", explica Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp e fisiologista do Instituto Vita. "O tipo de exercício mais comum para aumentar a massa muscular é o levantamento de peso. Mas outras atividades também são eficazes, embora muitas vezes promovam aumento da massa muscular em menor escala. A corrida, por exemplo, é um exercício aeróbico, mas que fortalece a musculatura dos membros inferiores.”
Evite exercícios aeróbicos antes dos musculares
Se a prioridade é ganhar massa muscular, o ideal é fazer o treino de força antes ou intercalado com os exercícios aeróbicos, como a corrida. "A pessoa terá mais energia para puxar peso se começar pela musculação. Quando for para a esteira, estará com o corpo aquecido, o que elevará a queima de calorias e gordura", diz Vladimir Modolo, educador físico e mestre em fisiologia pela Unifesp. "Se ela fizer o contrário, o corpo vai demorar mais para começar a queimar calorias no exercício aeróbico e ficará mais cansado para o treino de musculação, de modo que o rendimento será pior." Para o fisiologista Turíbio Leite de Barros, treinos que intercalam exercício aeróbico com trabalho de força, como os circuitos, também surtem efeitos positivos. "Por serem dinâmicos, são mais motivadores para pessoas com dificuldade em passar muito tempo fazendo apenas musculação ou esteira."

Varie os exercícios

"Nosso organismo sempre trabalha para que o exercício seja confortável para ele", explica Vladimir Modolo.Isso é ruim porque, na zona de conforto, os músculos não crescem. "Algumas estratégias para driblar esse mecanismo incluem aumentar o peso dos exercícios e trocar o tipo de atividade para um grupo muscular a cada três ou quatro semanas. Assim, o organismo sempre estará em busca de adaptação."

Vá à academia no mínimo três vezes por semana

Para alcançar um bom resultado, é preciso exercitar-se no mínimo três vezes por semana. De acordo com Vladimir Modolo, seguindo essa frequência, os resultados se tornam visíveis, em geral, depois de oito a dez semanas. "Mas muitas vezes é possível sentir a evolução antes disso ou a cada treino."

Dê descanso ao músculo

Embora a prática de atividade física tenha de ser frequente, o mesmo grupo muscular não deve ser exercitado dois dias seguidos. "A musculação causa microlesões no músculo. O dia de descanso é importante para que a proteína chegue ao músculo e o regenere, levando ao aumento da massa muscular", diz o educador físico Vladimir Modolo. "Sem o dia de descanso, não há tempo para o músculo se recuperar." Se o treino for diário, é necessário alternar o trabalho de cada grupo muscular. "Deve-se, por exemplo,exercitar os braços em um dia e as pernas no outro", explica Turíbio Leite de Barros.

Alimente-se adequadamente

O corpo precisa de energia para se exercitar. Antes da atividade física, carboidratos são bem-vindos, de preferência os complexos, como batata doce e pão integral, não o açúcar simples. Depois do exercício, o corpo precisa repor a energia que gastou com mais carboidrato, e restaurar a integridade do músculo, função exercida pela proteína. "Uma pessoa normal deve ingerir, em média, 1 grama de proteína por quilo de seu peso total. Mas quem deseja aumentar a massa muscular pode elevar essa ingestão para 1,5 a 2 gramas de proteína por quilo de peso", diz Vladimir Modolo. Evitar gordura, açúcar e sal – regra que vale para praticamente qualquer pessoa – é especialmente importante para quem quer conquistar músculos.

Comece aos poucos

Pessoas que não estão acostumadas a praticar musculação não devem iniciar um treino de hipertrofia de cara, por mais que o objetivo seja ganhar massa muscular. "O ideal é que os exercícios musculares comecem com um maior número de repetições e pouco peso. Com o tempo, a tendência é que esse quadro se inverta: o peso aumenta e as repetições diminuem", diz Turíbio Leite de Barros. Iniciantes costumam iniciar o treino com três séries de doze a quinze repetições.
Ao atingir o objetivo, não deixe de se exercitar
Conquistar o corpo que sempre quis não significa que você pode deixar de se exercitar. "Engana-se quem pensa que os músculos se mantêm espontaneamente. Uma pessoa que parar de praticar atividade física vai perder a massa muscular que ganhou. É preciso continuar com os treinos e com a alimentação adequada", diz o fisiologista Turíbio Barros.

Fonte: Fontes: Turíbio Leite de Barros, fisiologista do Instituto Vita e da Unifesp, e Vladimir Bonilha Modolo, educador físico e mestre em fisiologia pela Unifesp.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Coenzima Q10. Indicada também para quem pratica exercícios físicos.


 A Coenzima Q10 combate os radicais livres que são gerados durante a prática do exercício físico. 

Vários estudos têm sido feitos em relação à suplementação de antioxidantes para praticantes de atividade física. A atenção dada a este tema é justificada, pois a prática de atividade física aumenta significativamente a produção de radicais livres.
Os radicais livres são formados no nosso organismo durante o processo de transformação do oxigênio em água. Estima-se que cerca de 5% do oxigênio consumido pelo corpo não seja eficientemente convertido em água, transformando-se então em radical livre. Como o consumo de oxigênio aumenta durante a atividade física, a formação de radicais livres é maior. Tendo em vista este aumento nos radicais livres, se faz necessário o aumento da ingestão de antioxidantes, que pode ocorrer pelo aumento de alimentos fonte de antioxidantes, como por suplementos.
Um antioxidante que vem sendo utilizado é a coenzima Q10, que tem a capacidade captar/neutralizar os radicais livres e age como estimulante do sistema imunológico.
A coenzima Q10 melhora a produção de energia e o desempenho físico, por isso tem se mostrado importante na produção de energia (ATP) devido ao fato dela ser um componente fundamental da cadeia transportadora de elétrons, diminuindo o processo de fadiga. A sua suplementação também atenua a inflamação e o stress oxidativo provocado pelo exercício intenso.
Ela retarda o processo de envelhecimento, que se dá devido à capacidade de melhorar o estado de energia das células e aumentar a eficiência da utilização do oxigênio. Estudos demonstraram que o conteúdo de CoQ10 diminui com o avançar da idade. E é comum visualizarmos indivíduos que malham pesado aparentarem serem mais velhos do que realmente são e isso se deve a alta produção de radicais livres em virtude da atividade física e o baixo consumo de alimentos/suplementos antioxidantes.
Os praticantes de exercícios como corredores, triatletas, ciclistas, assim como praticantes de musculação, podem se beneficiar com o seu uso.
O ideal é procurar um nutricionista para ajustar sua dieta, seja no consumo de antioxidantes pelos alimentos ou pela suplementação de acordo com seu treino e necessidades individuais.
Fonte: Cristiane Spricigo
Nutricionista especializada em Nutrição Esportiva.

CRN1 7939

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Whey Protein Isolate 26 PhytoAble


A proteína de soro de leite 26

O Whey-26 é uma fonte de proteína proveniente exclusivamente de Whey Protein Isolate (WPI) e proporciona uma das mais elevadas porcentagens de proteína por porção, carboidratos mínimos e isento de gordura. Além disso, o produto é isento de lactose, muito baixo teor de sódio e sem colesterol. Comum em muitos produtos de soro de leite.

A proteína de soro de leite isolada é produzida por remoção de soro de leite doce de coalhada de queijo, em seguida, submetido a métodos que removem o restante do queijo "finos", pasteurizado, e o teor de gordura é removido por separação centrífuga. Após este pré-tratamento, a matéria-prima do fluido pode então ser transformada em Whey Protein Isolate usando um desses dois métodos: Ion Exchange (IE), que é seguido por concentração e secagem por pulverização, é um processo muito semelhante ao utilizado para a produção de "água mole".

A microfiltração seguida por ultrafiltração (MF / UF) é seca por pulverização, incorporando uma membrana de filtração de pressão impulsionada que é constituído por duas "peneiras moleculares".
Este processo remove diferentes componentes em várias etapas e é então concentrada para conseguir o produto desejado. Os dois métodos diferem na produção da composição das proteínas encontradas nas respectivas formas de proteína de soro. No entanto, quando comparado com o método de MF / UF, o método IE resulta na perda significativa de certas frações da proteína. Por esta razão, Vitalabs 'Whey-26 usa Whey Protein Isolate é produzida somente por MF / UF. WPI oferecendo um meio eficaz de suplementar à dieta com uma fonte de proteína que tem um excelente Índice de Eficiência Protéica (PER) e o valor biológico (BV) disponível.

E, devido ao sabor agradável natural, o WPI oferece uma boa degustação, a forma versátil da proteína pode ser usada para criar um número infinito de shakes e smoothies. Cada porção de 30 gramas de Whey-26 fornece 26 gramas de proteína e apenas 1 grama de carboidratos. Sem adição de lactose, sem gordura e sem colesterol. O Whey-26 está disponível em três sabores - Baunilha, Chocolate e Morango. O Whey-26 é naturalmente adoçado com estévia e utiliza sistemas de sabor garantido para ser livre de MSG e outros Exitotoxins.